sábado, 25 de setembro de 2010

Arado-Rocalva-Conho-Teixeira


Dia de (finalmente) voltar à Serra com o Senhor e com o amigo Vladik de visita a Portugal.
O dia valeu a pena ainda antes de começar a caminhada... quando menos esperava, eis que na estrada para a Ermida vimos um Corço... quando se espera encontrar um animal tão magnífico num local remoto eis que ele surge a seguir a uma curva. Obviamente que o vimos durante 1 segundo pois logo de seguida desapareceu na floresta...

Chegamos ao Arado e partimos em direcção à Ponte das Servas, daí à Carvalhosa e em seguida para Pradolã. Toda esta zona (até pouco de depois de Pradolã) foi bastante atingida pelos incêndios (alguns nota-se terem sido renovações de pasto).

De Pradolã seguimos para a Rocalva onde almoçamos sem subir à Roca Negra como planeado. Partimos para o Conho e subimos para o Lombo do Pau sem dar um 'tirinho' ao Borrageiro devido a algumas 'mazelas' acumuladas. Antes de iniciarmos a descida para a Teixeira tempo para apreciar: Mourô, Pé de Cabril, Amarela, Calcedónia,... e tanto mais... e demasiado queimado...


Descemos ao Camalhão e rapidamente estavamos no curral da Teixeira onde fizemos mais uma pequena pausa antes de descer ao Arado.

Dia muito bem passado que no Gerês acabou na Adega do Ramalho onde o 'pessoal' chegava da vindima e ainda deu para 'dar duas de treta' antes de nos entregarmos ao picadinho e à chouriça assada, bem regados...

Parabéns Vladik pelo esforço (1ª vez na montanha, pé partido há 4 meses e bolhas nos pés antes de começar) e desculpa a dureza mas eu não sabia... :)





Participantes: Rui, Senhor, Vladik
Cota mínima: 716mts
Cota máxima: 1360mts
Distância percorrida: 18,3Km
Tempo decorrido: 7h34m

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Trilho dos Dois Montes - Braga



Na senda dos treinos de final de tarde, decidimos no último dia da semana caminhar ao invés de correr.
Já me tinham falado deste Trilho dos Dois Montes (criado pela Associação de Profissionais de Educação Física de Braga) e a minha resposta foi sempre lacónica: "Eu gosto de caminhar em terra e não no asfalto!". Pois agora redimo-me de o ter dito tão sobranceiro.

O Trilho surpreendeu-me pela positiva pois acaba por ser uma incursão bastante agradável da cidade ao monte. Um trilho misto que percorre asfalto, calçada e terra, com vistas magníficas e zonas arbóreas agradabilíssimas!

Altamente recomendável sobretudo para quem insiste em andar para a frente e para trás naquela coisa a que chamam ciclovia de Lamaçães mas também para quem, não podendo ir à Serra, queira manter a forma sem ter que se deslocar.

A repetir. Várias vezes...







Participantes: Rui, Nancy, Zé Pulga, Rocha, Trinta, Carla
Cota mínima: 180mts
Cota máxima: 392mts
Distância percorrida: 6,9Km
Tempo decorrido: 1h42m

domingo, 4 de julho de 2010

Covide-Fenda Calcedónia-S. Bentinho


Domingo, 04 Julho 2010


Com o GUT - Grupo Unidos de Tibães

Dia de muito calor, demasiado calor... que acabou por tornar a caminhada bem mais cansativa do que deveria ter sido.

O estradão das Curvas de S. Bento para a albufeira também não ajudou mas compensou-se com a piscina/tanque e o banho refrescante no final.

Parabéns às duas meninas lindas que se aguentaram como gente grande.

Foi um prazer caminhar convosco. Até um dia destes.










Participantes: Rui, GUT (16 amigos)
Cota mínima: 152mts
Cota máxima: 924mts (o GPS não subiu ao Pico)
Distância percorrida: 13,0Km/16Km (para os motoristas)
Tempo decorrido: 6h00/7h00

sábado, 26 de junho de 2010

Leonte-Pé Cabril-Campo Gerês


Sábado, 26 Junho 2010

Dia de tirar os afilhados (os meninos desta vez) da frente da televisão e da playstation e faze-los caminhar e partilhar a minha paixão pela Serra. Antes de deixar Braga fomos às compras para o dia. Chegamos à ‘portagem’ de Leonte, deixamos o carro e subimos em direcção ao Pé de Cabril. Cerca de 10 minutos depois de termos saído já o Zé perguntava onde e a que horas almoçávamos…
A subida foi feita a ritmo pausado, como convém, mas depressa chegamos à parte que eu sabia que eles iam gostar: passar na gruta para aceder à encosta que permite a subida até às duas ‘vias ferratas’. Com medo das cobras e outros animaizinhos lá passamos e continuamos a subir. Escalamos os três a ferrata mais acessível e o padrinho subiu sozinho a outra (já estava prometido a mim próprio).
Estivemos um bom bocado a apreciar a paisagem, a absorver o silêncio e a repor energias com umas peças de fruta.
Descemos, passamos pelo prado que alguns apelidam de Planeta dos Macacos, passamos pelas vaquinhas da Vezeira de Campo e descemos até Campo do Gerês quando se aproximava uma tempestade de trovoada seca(?) que rapidamente surgia por cima das nossas cabeças e parecia ganhar terreno demasiado rápido.
Chegados à vila sentamo-nos no café a ver um jogo do mundial enquanto aguardávamos pela boleia.
Um dia excelente, uma experiência partilhada entre padrinho e afilhados que espero repetir muitas mais vezes!
PS.: mamãs, eles portaram-se bem e já sabem identificar excrementos de lobo, não vá aparecer algum no BragaParque ou coisa do género. J






Participantes: Rui, Ruizinho, Zé Pulga
Cota mínima: 622mts
Cota máxima: 1229mts (o GPS não subiu ao Pico)
Distância percorrida: 8,5Km
Tempo decorrido: 4h50

sábado, 22 de maio de 2010

Vezeira, Gerês

Sábado-Domingo, 22-23 Maio 2010

Levar as vacas ao monte… conduzi-las pelos trilhos nem sempre é fácil, umas são bem mais teimosas que outras, um vitelo que fica para trás, uma chata que decide armar-se em cabra e subir tudo o que é encosta…

Passar o fim-de-semana a tomar conta das vacas da Vezeira do Gerês, levá-las da Carvalha das Éguas para a Teixeira. Dormir na Serra.

Ver a final da Liga dos Campeões no meio da Serra. Apanhar lenha, fazer lume, cozinhar, lavar loiça, a sopa no pote, comer, comer, comer, beber, beber, beber… mas acima de tudo fazer parte de uma tradição que se quer manter e partilhar a magnifica companhia dos companheiros de Vezeira: o (tio) João, o Paulo, o Parribas, o Clemente e o filho mais novo. É boa gente, é do Gerês!

Muitas recordações, muitos detalhes que guardo para mim, no coração!




(...)

domingo, 25 de abril de 2010

Covide-Castelo-S.Bentinho


Domingo, 25 Abril 2010

Desta vez acabei por ir sozinho apesar de ter combinado com o Sr. Pulga que afinal não acordou…
Para esticar as pernas fui para o monte de Sta. Isabel, partindo de Covide passando pelo Castelo que dá nome a um trilho e desembocando no S. Bentinho da Porta Aberta.
Pouco depois de começar, já no monte, tive um encontro que prometia problemas com um cão de grande porte. Ouvia-o a ladrar ao longe e aproximar-se. Vinha ver quem por ali andava e ao que vinha. Assim que chegou ao pé de mim parou. Durante uns segundos trocamos olhares que foram uma verdadeira conversa: Cão:”Que fazes aqui forasteiro?” Eu:”Estou só a caminhar e a apreciar a Serra, não vim por mal.” Cão:”Ah, ok. Nesse caso sê bem-vindo mas porta-te bem…”. E eu segui o meu caminho…
Visitei o Castelo e, mais adiante, voltei a ter um encontro interessante. Um grupo de garranos por lá passeava quando o seu líder (ver fotos) me deve ter considerado uma ameaça para o potro que lá andava e decidiu intimidar-me aproximando-se e cavalgando (com uns amigos) em minha direcção… Escusado será dizer que o som de 12 cascos a bater a trote no solo e em nossa direcção é, apesar de bonito, um pouco assustador. Fui obrigado a afastar-me do trilho e fazer uns (poucos) metros a corta-mato para me afastar da ‘corrida de cavalos’.
Depois de passar a aldeia (Seara?) vislumbrei ao fundo uma paisagem magnífica: a Serra Amarela e a Serra do Gerês com alguns dos seus picos ao sol… é uma fabulosa varanda para o Gerês!
Desci ao S. Bentinho da Porta Aberta e mais tarde arrependi-me de não pedir boleia ou chamar um táxi mas o orgulho foi mais forte que eu e acabei por subir a estrada toda até Covide pelo alcatrão!...
Mais um dia muito bem passado, mais uns cantinhos descobertos.





Participantes: Rui
Cota mínima: 257mts
Cota máxima: 907mts
Distância percorrida: 16,1Km
Tempo decorrido: 4h25

domingo, 11 de abril de 2010

Trilho das Rocas


Domingo, 11 Abril 2010

Uma ambição de alguns anos: percorrer o Trilho das Rocas, coração do maciço central da Serra do Gerês…
Neste dia concretizei o desiderato e, juntamente com o Jota, parti para a Serra.
Fiquei algo surpreendido com a quantidade de estradões abertos acima da cascata do arado, fiquei surpreendido ao ver domingueiros com música tecno aos berros a passear de carro e a desfrutar o silêncio da Serra por caminhos supostamente interditos a veículos.
Quanto à caminhada propriamente dita, dificilmente se descreverá por fotos ou palavras… são absolutamente fabulosas as paisagens que nos surgem a cada cume, a cada curva! Passamos por alguns prados, outros tantos abrigos, subimos ao Borrageiro, admiramos a Rocalva, escalamos a Roca Negra, vimos resquícios de neve, …
Não dá para descrever mais, mais do que ver, tem que se sentir…






Participantes: Rui, Jota
Cota mínima: 708mts
Cota máxima: 1434mts
Distância percorrida: 17,2Km
Tempo decorrido: 6h35

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Trilho do Rio Ave, Cabreira


Sexta, 02 Abril 2010

O convite do Louro (aqui) era tentador e lá fomos: eu, o Louro e o Tiago em direcção à Serra da Cabreira e da Lenda do Rio Ave. O dia prometia chuva mas nenhum temporal e, devidamente equipados, lá partimos em direcção à belíssima aldeia de Agra. Começamos a caminhar, começamos a subir, começou a chover… para não mais parar!
Foi com certeza a caminhada mais chuvosa que já fiz e, apesar de eu gostar bastante de chuva e de caminhar abençoado por ela, desta vez tornou-se incómoda e cansativa. Como um mal nunca vem só, o nevoeiro decidiu juntar-se à caminhada e complicar a navegação do nosso guia. Não quer isto dizer que nos tenhamos perdido... apenas temporariamente desorientados… J
No final acabou por ser uma ‘corrida’ até ao carro porque um dos caminhantes não estava assim tão bem equipado quanto isso e o frio, chuva e vento concorriam para lhe causar uma espécie de ‘hipotermiazinha’. Pena se ter conseguido usufruir mais da Serra e os imensos estradões. A rever e a voltar…




Participantes: Rui, Tiago, Louro
Cota mínima: 624mts
Cota máxima: 1024mts
Distância percorrida: 13,9Km
Tempo decorrido: 4h20


domingo, 28 de março de 2010

Volta por Braga


Domingo, 28 Março 2010

Decidida estava uma caminhada para fugir ao alcatrão das estradas e monóxido dos carros, tinha que tirar o meu primo Rocha dos passeios de Lamaçães. Partimos da Pastelaria Montalegrense no Fojo em Direcção à Nascente do Rio Este, passando pela Geira que lá nos conduziu. Seguimos em Direcção ao Sameiro que seria o nosso objectivo antes de descer de novo à cidade. Depois de passado o parque industrial de sobreposta decidimos descer mais cedo e fomos ‘obrigados’ a descer por estrada, uma estrada absurda que rasga toda aquela encosta do Fojo a Sobreposta. Ainda tentamos sair da estrada mas apenas encontramos um UMM atolado até às orelhas e um caminho sem saída.

Valeu a pena.





Participantes: Rui, Rocha
Cota mínima: 198mts
Cota máxima: 512mts
Distância percorrida: 16,1Km
Tempo decorrido: 3h30


segunda-feira, 22 de março de 2010

Serra Amarela - Trilho das Casarotas - De Brufe à Louriça

Domingo, 21 Março 2010

A Serra Amarela, as casarotas do Miguel Torga, o imprevisível nevoeiro, a inesperada chuva, o nojento folhado de molho de tomate do pingo doce...

A primeira vez é sempre especial, bem, foi a primeira vez na Serra Amarela e foi especial!

A Serra Amarela é muito bonita (quanto mais não seja porque tem vista privilegiada para o Gerês)... estava prevenido para as súbitas mudanças meteorológicas e confirmaram-se. É incrível como o nevoeiro dança com as formas da montanha e aparece desaparecendo para logo surgir à nossa frente...

As casarotas terão sido um espécie de acampamento militar permanente ou o pousio de uma qualquer ancestral comunidade que escolheu aquele sítio como pousio... de uma forma ou de outra, quem quer que tenha sido teria concerteza muito bom gosto pelo local que escolheu...

Nas antenas, e depois de cerca de 3 horas sem fumar por ter deixado o isqueiro no carro, fui salvo pela Rádio Antena 2 - a da música clássica e erudita. O facto da emissão ter falhado nas redondezas levou um técnico da RDP a deslocar-se ao emissor da Louriça para o reiniciar... "desculpe incomodar, tem lumes?"... E ainda ficamos a saber de quem são as diversas antenas.

No regresso a inesperada chuva que durante perto de uma hora nos brindou com bastante água, e presumo que só a nós. O desvio até um dos mais bonitos abrigos que já vi na Serra e uma miserável, execrável lixeira a céu aberto como nunca pensei ver em território do PNPG...

Com a curiosidade de ter-mos avistado esta lixeira no dia seguinte à Acção 'Limpar Portugal', deixo aqui as coordenadas da dita lixeira: N41º46'27.60''; W8º 14'16.60''.










Participantes: Rui, Jota
Cota mínima: 753mts
Cota máxima: 1378mts
Distância percorrida: 18,4Km
Tempo decorrido: 6h30


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Trilho da Meadinha


Terça, 16 Fevereiro 2010

Terça de Carnaval. Mascaramo-nos de montanheiros...

Pingo-Doce, pequeno-almoço nos Arcos de Valdevez e às 11h20 estavamos equipados e a deixar para trás a Sra. da Peneda em direcção ao Trilho da Meadinha... Foi a nossa primeira vez a caminhar na Peneda.

Um trilho relativamente fácil com 2 subidas mais puxaditas para barriguinhas Unicer mas muito, muito bom...

Bastante gelo ainda na montanha a partir dos 900 metros...

Belíssima aldeia da Bouça dos Homens (a visitar futuramente).

Fantástica a zona da represa acima do Santuário... lindíssimo!

Um impressionante caminho em pedra do santuário à Meadinha e mais além...

Finda a caminhada rumamos a Castro Laboreiro - as compras do Pingo Doce permaneceram obviamente na mochila substituídas por umas fatias de pão castrejo com azeite, tomate e presunto.

Entramos em Espanha, descemos a Ponte da Barca e paramos em Pico de Regalados (Vila Verde) para ver a 1ª parte da bola (Everton-Sporting). O Sporting fez os melhores 45' da época...

Já em Braga com a alma cheia e um dia que foi, concerteza, um dos maiores dias dos últimos tempos... Muito Bom!





Mágico...


10,7Km percorridos
3h28m decorridos
3km/h velocidade média
673mts altitude mínima
1119 altitude máxima






segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Trilho dos Moinhos e Regadios


Domingo, 07 Fevereiro 2010
Caminhada no trilho sinalizado dos Moinhos e Regadios em Terras de Bouro para esticar as pernas e para marcar o regresso do Senhor aos Trilhos do Anselmo.
O atraso do sono, as compras, o pequeno-almoço e a capa da revista do jogo facilmente levaram a que o horário de inicio da marcha se arrastasse para as 11h00.
O percurso é circular e nós optamos por começar pela descida que emboca na fábrica das Águas do Fastio. Uma descida curta mas agradável em trilho florestal e que viria a ser uma das melhores partes do trajecto efectuado. Chegados à estrada começamo-nos a deparar com as dificuldades em seguir o trilho pelas marcações ‘oficiais’… ora sinalização inútil em alguns pontos, ora sinalização em falta em locais críticos. Este trilho está de facto muito mal marcado e, em determinados locais, com a sensação de que terá sido cortado/corrigido pela Câmara Municipal ou uma terceira parte interessada.

Um dos locais de maior interesse deste trilho não está sequer sinalizado: dois velhos moinhos ainda num considerável estado de conservação enquadrados por um local lindíssimo. Avistámos os moinhos de cima da ponte e decidimos descer para investigar.
O percurso continua por estrada, depois mais estrada e, finalmente, um pouquinho mais…
Passamos na aldeia de Sequeiros e descemos ao rio Homem com uma praia fluvial de acessos duvidosos.
Quando chegamos à estrada nacional a hora de almoço e o relativo desencanto com parte do percurso fez-nos percorrer 2,3 Km em estrada até ao carro. O almoço foi acompanhado por sumo da Unicer junto da Sra. da Abadia, em Amares.
É verdade que podemos não ter seguido o mapa (fraquinho) disponibilizado pela CM Terras do Bouro, o GPS ia dando uma dicas, mas tentamos sempre seguir as marcações habituais dos trilhos sinalizados mas, definitivamente, a sinalização é para esquecer. Como é que uma câmara municipal apostada em maximizar o potencial turístico do concelho associado ao pedestrianismo não faz por garantir a adequada manutenção destes percursos?...

Distância: 9,4 Km + 2,3 Km
Altitude máxima: 430mts
Altitude mínima: 136mts



quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Junceda-Pé de Cabril


10 Janeiro 2010
2010Jan10 Junceda-PéCabril Neve

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Ia ser um Domingo com promessa de neve. Os maluquinhos da meteorologia prometiam flocos para os 400 metros.
O que fazer? Ir para a Serra claro! Quando acordei por volta das 8h30 olhei pela janela e nevava em Braga! Claro que não acumulava mas a coisa prometia. Saímos de Braga por volta das 9h30, eu, o Jota e o Defender e os flocos já tinham parado de cair.
O objectivo estava traçado: de Defender até à Junceda e daí a pé até ao Pé de Cabril e regresso.
Recomeçou a nevar quando subíamos de Terras de Bouro para Covide. A estrada começava a ganhar tons de branco. Daí para a frente foi sempre a rolar em neve e sempre a nevar até pararmos na Junceda. Aliás, só voltou a parar de nevar perto do final do dia…

Muita neve, demasiado gelo, rajadas de vento de tombar os mais distraídos...

Uma boa dezena (cada um!) de quedas causadas pelo gelo escondido sob a neve...

Um momento de quase-escalada sem cordas...

No final das contas, ainda não descarreguei os dados do GPS, foram cerca de 12 Km entre os +-950mts da Junceda e os +-1220mts do sopé do Pé de Cabril...

O Gerês sempre lindo!





E já tenho saudades...


Distância: 12,5 Km
Altitude máxima: 1.210mts
Altitude mínima: 880mts