sábado, 14 de novembro de 2015

Leonte - Maceira - Pé de Medela - Conho




Participantes: Rui, Mafalda, Isabel, Martinha
Cota mínima: +/- 000mts
Cota máxima: +/- 0000mts
Distância percorrida: +/-00,0Km
Tempo decorrido: +/- 0h00m

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Trilho 6+1 pontes



Participantes: Rui, Senhor, Ugne, Raimonda, colega
Cota mínima: +/- 000mts
Cota máxima: +/- 0000mts
Distância percorrida: +/-00,0Km
Tempo decorrido: +/- 0h00m

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Xertelo - 7 Lagoas



Participantes: Rui, Mafalda, Isabel
Cota mínima: +/- 000mts
Cota máxima: +/- 0000mts
Distância percorrida: +/-00,0Km
Tempo decorrido: +/- 0h00m

domingo, 27 de setembro de 2015

Currais - Introdução à Serra



Participantes: Rui, Senhor, Ugne, Liepa, Naglis, Zé Pedro
Cota mínima: +/- 000mts
Cota máxima: +/- 0000mts
Distância percorrida: +/-00,0Km
Tempo decorrido: +/- 0h00m

sábado, 25 de julho de 2015

Campo do Gerês - Pé de Cabril, a caminhada do quase

Quase que tinha companhia...
Caminhada planeada: Campo do Gerês - Junceda – Pé de Cabril – Bouça da Mó – Geira – Campo do Gerês.
Logo de manhã, (mais) uma falha de comunicação fez com que o meu companheiro de caminhada Zé Pulga ficasse por casa e eu seguisse viagem sozinho...

Carro estacionado junta à Porta do Parque no Campo de Gerês e caminhada iniciada. Uma ave de rapina que andava junto às árvores rapidamente subiu para a segurança das alturas aproveitando as correntes de ar quente enquanto circundava acima de mim.
Dejectos de lobo em várias partes do início do trilho corroboravam os relatos de pessoal local há uns meses atrás que diziam ter os lobos perto das casas.
Inicia-se a subida que havia de levar-me à Junceda com um sol muito quente e uma t-shirt esticada por baixo do chapéu para proteger-me o cachaço e orelhas de novo escaldão.

Quase que mudava a rota...
Na Junceda, enquanto descansava à sombra e improvisava um estendal para secar uma das t-shirts do suor, equacionei duas alternativas ao percurso inicial: seguia o estradão até à Calcedónia e daí desceria para Covide, ou enfrentava uma das minhas Némesis, descer da Junceda para a vila do Gerês num percurso que há uns anos nos fez voltar atrás e desistir, e numa outra ocasião, nos levou a descer em corta mato.

Quase não via ninguém na Serra...
Tomada a decisão de continuar com o plano inicial vi um casal que percorria o trilho da silha dos ursos e, já no Pé de Cabril, três indivíduos a fazer escalada com cordas.

Quase que subia ao Pé de Cabril...
Já lá estive, e adorei. A paisagem é deslumbrante e a sensação de estar no topo é inebriante. Portanto, vamos lá subir! 
Quem já lá esteve saberá que a dada altura temos que rastejar numa pequena gruta de forma a aceder ao espaço entre os dois picos que permite a subida. À medida que me aproximava lembrei-me de uma ocasião anterior com a Ugne e o Senhor (dois companheiros de serra) e do medo do matulão com as cobras. Assim que me baixei para entrar dou de caras com uma víbora cornuda com cerca de 1 metro, não crescem muito mais que isto... Ainda consegui tirar um foto antes que fugisse para a segurança das pedras. Tentei convencê-la com o bastão de caminhada a ficar mais um pouco mas a coitada deve ter ficado quase tão assustada quanto eu...
Não foi preciso muito tempo para tomar a decisão de não rastejar para dentro de um espaço onde sabia estar uma cobra venenosa portanto, há que seguir caminho...

Quase que acabava a caminhada...
Por esta altura o meu cantil estava com cerca de 1/4 de água. Comecei a descer até um prado com nome engraçado -Tirolirão- e segui para a descida da bouça da mó que me levaria ao estradão da feira e de volta ao carro.
Já tinha espreitado a carta militar e sabia que me esperava uma descida íngreme. Vista no local pareceu mais. Mas desde logo a vegetação que se via ao fundo deixou-me apreensivo.
Comecei a descer e o caminho começou a fechar. E à medida que descia, mais o caminho fechava e mais complicada se tornava a navegação, não estava fácil encontrar o caminho, nem com a ajuda preciosa do gps.
Um corta mato aqui, uns arranhões ali.
Até que a excepção se tornou regra e, a poucas centenas de metros do final da descida dei comigo rodeado de vegetação sem ver trilho nem mariolas nem local para pôr os pés...
O gps dizia-me que eu até estava em cima do trilho pelo que comecei a lamentar não ter espreitado a data de realização do trilho no wikiloc...

Altura para parar e pensar, listar os factos tentando manter sangue frio:
- Temperaturas nos 30 graus
- Cantil quase vazio
- Sem rede de telemóvel
- Cansaço acumulado por estar a poupar água há mais de uma hora

Vislumbrava duas opções: 
1- Insistir na descida. 
Esta opção tinha a vantagem de ser a mais curta, afinal de contas eu já via a barragem e o estradão à distância.
Por outro lado havia o risco de poder estar a batalhar com a vegetação mais uma hora para progredir apenas 50 metros e um risco acrescido de queda (cheguei a estar junto a um precipício com uns 20-30 metros de altura sem que me tenha apercebido). 

2- Voltar atrás e sair da serra para Leonte.
Aqui a desvantagem era o esforço de voltar a subir para o pé de cabril quando já estava a bater a exaustão.
Ao chegar lá acima podia sempre pedir água ao pessoal que escalava o cabril e depois descer a Leonte chamando um táxi para me levar a Campo.

Acabei por tomar a decisão que julgo ter sido a mais sensata e iniciei o regresso.
Nesta altura tive uma brecha de rede e recebi uma chamada. O sinal não dava para estabelecer uma conversa mas permitiu enviar sms a dizer onde estava e o que ia fazer para que, caso não desse notícias em 2-3 horas fosse accionada ajuda.

Quase que desidratava...
O cansaço/exaustão acumulados tornaram a subida muito lenta e fisicamente onerosa…
Por esta altura já só utilizava o fundo do cantil para molhar os lábios e manter-me psicologicamente afastado do pensamento “não tenho nem uma gota de água”, apesar de não serem muitas mais as gotas que restavam.
Pelo caminho perdi uma das tshirts que trazia e esqueci o bastão numa paragem de instantes numa das poucas sombras existentes. O discernimento mental já não estava a 100%...

Quase que conseguia água...
Cheguei ao sopé do Cabril e os 3 escaladores estavam no topo a arrumar as cordas e restante material.
A custo e com a voz alterada perguntei se iam descer para Leonte e se tinham água. Responderam que desceriam mais tarde e, pensando que pedia orientações, indicaram-me o caminho para Leonte. Agradeci de qualquer forma e segui caminho.

Quase que bebia toda a água da fonte...
Cheguei a Leonte com uns tropeções na descida e, enquanto os assalariados do ICN cobravam as famosas portagens da albergaria que agora parecem justificar-se para repor os Teixos, fui directo à fonte e bebi, bebi, bebi…

Quase que dava razão aos maus agoiros...
Neste, como em qualquer outro desporto/actividade de lazer, há perigos associados  e alguns factores de risco que os podem potenciar.
É importante que os tenhamos presentes.
Neste caso, deixei que dois factores importantes coexistissem: o desconhecimento do terreno (não conhecia a descida para a bouça da mó) e a falta de recursos (neste caso a água). O facto de estar sozinho não ajuda em nada e aumenta o risco, bem como o facto de estarem mais de 30 graus não ajuda em nada e aumenta o risco.

Mas ficará para outra altura uma análise mais cuidada aos perigos e riscos desta actividade.

Prefiro o Geres no Outono-Inverno, com outros riscos claro está.
Esta experiência não beliscou em nada o meu amor pela Serra, aumentou o meu respeito. Voltarei, mais experiente, assim que possa.




Acabei o dia depois de quase 18km resgatado por uma carteira de fósforos :b que me levou de volta ao carro.




Participantes: Rui
Cota mínima: +/- 640mts
Cota máxima: +/- 1180mts
Distância percorrida: +/-17,5Km
Tempo decorrido: +/- 6h30m





sábado, 9 de maio de 2015

Currais









Participantes: Rui, Mafalda, Isabel, Angelina, Mariana
Cota mínima: +/- 000mts
Cota máxima: +/- 0000mts
Distância percorrida: +/-00,0Km
Tempo decorrido: +/- 0h00m

sábado, 2 de maio de 2015

Portela Homem - Minas dos Carris (quase)












Participantes: Rui
Cota mínima: +/- 000mts
Cota máxima: +/- 0000mts
Distância percorrida: +/-00,0Km
Tempo decorrido: +/- 0h00m