Domingo, 25 Outubro 2009
Braga
Preto, Tone Hacker e Nuno 'Golden Whistle' Oliveira
Distância: 25,2km
Tempo: 2h45m
Velocidade média: 9Km/h
Gráfico Altimetria
Percurso Google Earth
No Domingo de manhã lá partiram os 3 estarolas. A partida junto ao Cemitério do Monte D’Arcos estava combinada para as 08h30 complicou-se com a mudança da hora (alguns artistas têm relógios automáticos) e só começamos cerca das 09h15.
Eu e o Tone estreantes com bicicletas emprestadas mas com ares de gente que leva a coisa a sério: capacete, calçãozinho justo e muita vontade (houve um que até levou GPS, mas já lá vamos…).
O tempo estava óptimo. Nublado com chuva miudinha e sem frio.
O passeio planeado tinha cerca de 33 kms e passaria pelas Sete Fontes, Nascente do Este, Sameiro, Santa Marta e Esporões.
Objectivo 1 – Sete Fontes: Queríamos subir as ‘mães de água’ até ao local de construção do novo Hospital. O meu sentido de orientação àquelas horas da manhã não deve ser o melhor pois não encontrei a rua que nos levava ao início do percurso. Às voltas entre o denso mato (versão oficial)1 acabei por esbarrar o joelho esquerdo com violência contra um enorme pinheiro (versão oficial)2. Acabamos por chegar à Mãe de Água seguindo paralelo ao Quartel Militar.
Objectivo 2 – Nascente do Este: Começamos a descer apreciando as obras do novo Hospital e rapidamente estávamos na estrada de Gualtar. Queríamos seguir pelas ruelas de Gualtar até ao túnel que atravessa a variante do Fojo. Mais um tiro, mais um melro. Acabamos a virar as bicicletas à mão enquanto um cão nos dava a entender que não éramos bem-vindos à casa do dono dele. Conclusão, acabamos por seguir pela variante.
Variante para trás, preparamo-nos para iniciar a subida até à Nascente do Este. Ai aquelas subidas… o Oliveira sempre à frente pedalando ritmado e, quando não olhava para trás, lá estavamos eu e o Tone a desmontar da bicla e a empurrá-la estrada acima.
Entramos na Geira, mais um empurrãozito e parámos para comer uma barra, fumar um cigarro e dar duas de treta por entre a música pimba que ecoava pelo monte todo provinda de uma qualquer festança popular.
Na próxima etapa pedalamos um pouco e empurramos um pouco mais até chegar à Nascente onde um grupo considerável de BTT’eiros fazia uma pausa.
Objectivos 3,4 e 5 – Sameiro, Sta. Marta e Esporões: abandonados por falta de pernas e tempo. Seguimos à esquerda pelo estradão até ao campo de futebol.
Aqui disfrutamos uma das partes mais libertadoras da manhã; estava na altura de lavar as biclas e o que melhor para isso senão atravessar uns grandes charcos de água?... O Tone ainda tentou passar devagarinho e de fininho para não se sujar mas acabou encharcado quando o Oliveira inadvertidamente (ou não) passou por ele de gás.
Tentamos mais um caminho, voltamos a não encontrar saída.
Descemos à Rita (sem conotações sexuais…) e, à chuva, pedalamos a bom ritmo (pena ser em asfalto) até ao local de partida. Na descida da Rita ao Fojo chegamos a alcançar os 43Kmh o que, para os dois caloiros e tendo em conta a chuva, não foi nada mau.
Eu e o Tone acabamos a manhã na esplanada a celebrar com uma carioca de limão e um pingo directo (ou duas minis, não me lembro bem) enquanto o Oliveira rumava a casa já atrasado para o almoço.
Valeu o tempo passado, foi uma óptima experiência apesar das dores no joelho que vão ficar por cá mais alguns dias e o rabo dorido da falta de ‘calo’.
Ficou já combinada a próxima: Ciclovia Ponte de Lima.
1 Na verdade, o denso mato pode ter sido um conjunto de prédios altos
2 Na verdade, o enorme pinheiro pode ter sido um corrimão de uma rampa algures no meio dos prédios por trás do Outlet. Claro que um aspirante a BTTeiro não pode dizer ter-se magoado nestas circunstâncias tão ‘citadinas’.
2 comentários:
Parecíamos o monstro das bolachas com aquelas barriguinhas a pedalar…
Eu estava mesmo a precisar de tirar a minha bike da parede, se fores dar umas voltas nos próximos tempos avisa-me. Não pode é ser nada muito complicado, porque eu ando com excesso de formas.
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